Clube Ubuntu Nacional reforça o compromisso com os Direitos Humanos
No segundo encontro do ano letivo do Clube Ubuntu Nacional, reforçou-se uma convicção simples e poderosa: os cidadãos têm poder para mudar as coisas.
O encontro contou com o testemunho inspirador de Ana Teresa Santos, da Amnistia Internacional Portugal, que partilhou a realidade de milhares de pessoas que continuam a ser vítimas de injustiça por pensarem de forma diferente. Como foi sublinhado, reconhecer a inquietação, e até a sensação de impotência, pode e deve ser o ponto de partida para a ação cívica.
Ao longo da sessão, foi apresentado o trabalho da Amnistia Internacional e discutidas formas concretas de participação na defesa dos Direitos Humanos, como assinar petições, participar em iniciativas, sair à rua, apoiar causas, educar, partilhar informação e envolver outros. Destacou-se que a defesa dos Direitos Humanos só ganha força quando é conhecida, vivida e praticada no quotidiano.
O encontro foi também um espaço de partilha sobre o que está a acontecer nas Escolas Ubuntu, com especial destaque para as iniciativas desenvolvidas pela Escola Secundária Augusto Gomes, através do Clube Ubuntu ESAG, para assinalar o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Educadores e estudantes reforçaram a importância de trabalhar os Direitos Humanos como pano de fundo da ação educativa, promovendo a empatia e combatendo a indiferença.
A sessão terminou com a dinâmica “Em Diálogo pelos Direitos Humanos”, em salas simultâneas, onde os participantes partilharam experiências vividas, referências inspiradoras e motivações pessoais, a partir da frase “Eu defendo os Direitos Humanos porque…”.
Um encontro que reafirmou que as pequenas ações contam, que o trabalho desenvolvido nas escolas faz a diferença e que, em complementaridade, continuamos a construir uma cultura de esperança, empatia e compromisso com a dignidade humana.




